Campanha de Prevenção ao Coronavírus Governo de Rondônia
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Uma reviravolta no caso da menina Raíssa Eloá Caparelli pode mudar todo rumo da investigação, graças a uma nova declaração dada pela perita Rosário Mathias Serafim. A profissional afirma que o menino de 12 anos, que é o principal suspeito do assassinato da menina, provavelmente não agiu só.

A profissional conseguiu ter acesso às imagens que estão no processo e comentou sobre o assunto em uma entrevista exclusiva para a Record TV. Na ocasião, ela disse que a menina ainda teria sido agredida antes de ter sido amarrada na árvore, uma ação que é muito difícil para um menino que seria pouca coisa maior do que ela.

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“É improvável que um garoto de 12 anos tenha força para fazer tudo isso“, disse a especialista em um dos trechos da entrevista para a Record TV.

Oliveira Atacarejo

É válido ressaltar que a polícia não descarta a possibilidade de uma terceira pessoa envolvida no crime, uma vez que também crê que um jovem com tão pouca idade teria algum problema em conseguir imobilizar sozinho a menina.

O corpo dela foi encontrado de pé, encostado no tronco de uma árvore com o pescoço amarrado por um lenço. Também foram encontradas folhas com vestígios de sangue há poucos metros de distância, bem como a blusa usada por ela.

A perita também deu uma explicação sobre essas marcas de sangue na cena do assassinato e que isso pode determinar se o garoto teve a ajuda de uma terceira pessoa. Durante seus depoimentos, o menino disse duas versões: na primeira ele falou que agiu sozinho; porém, na segunda, ele falou que o homem que a matou tem o apelido de Baianinho.

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