Campanha de Prevenção ao Coronavírus Governo de Rondônia
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De acordo com informações do jornal indiano Bangalore Mirror, após ser infectada pelo novo coronavírus e contrair a covid-19, uma mulher jovem, de 19 anos, foi estuprada, na noite do último sábado, 6, por um paramédico que conduzia a ambulância que a levava ao hospital, no distrito de Pathanamthitta, em Kerala, na Índia.

Segundo as informações obtidas pelo jornal indiano, o motorista foi identificado como V Noufal, de 29 anos. Ele conduzia o veículo de socorro para um hospital da região, quando desviou a rota da ambulância para um lugar isolado, já com o objetivo de cometer o estupro.

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Antes de a deixar a jovem mulher com covid-19, no hospital, o paramédico ameaçou a vítima para que ela não contasse a ninguém sobre o crime.

Oliveira Atacarejo

A jovem não cedeu às ameaças do paramédico e denunciou que foi estuprada. O homem foi preso no dia seguinte pela manhã, segundo o Bangalore Mirror.

De acordo com a polícia indiana, o paramédico teria se desculpado com a mulher, logo após ela ser estuprada. “O que eu fiz é errado. Me perdoe. Não conte para ninguém”, ele teria dito.

Ainda de acordo com o jornal indiano, a ministra da Saúde da Índia, K. K. Shailaja, afirmou que o caso é “desumano” e que “nunca deveria ter acontecido”.

O que fazer em caso de estupro?

  • Cuide da sua saúde em primeiro lugar. Antes de se preocupar com as medidas legais é importante receber atendimento médico, se necessário. Existem centros especializados em saúde da mulher que costumam estar melhor preparados para os casos de violência sexual.
  • Chame a polícia ou vá até uma delegacia.
  • Será feito um boletim de ocorrência e você será encaminhada, em seguida, a um hospital para realizar exames e receber medicamentos para prevenir doenças sexualmente transmissíveis (como o HIV), além de receber a pílula do dia seguinte para evitar gravidez, caso já não tenha passado por atendimento médico.
  • O boletim de ocorrência logo após o crime é importante para que seja feito o exame de corpo de delito (realizado por um médico no Instituto Médico Legal — IML). Por essa mesma razão, não é recomendável que a vítima tome banho após o ocorrido, pois isso pode impedir a coleta de algumas provas importantes para a investigação e posteriormente para o processo criminal (ex: identificação da presença de sêmen o que pode auxiliar até na identificação do autor). Além disso, é importante guardar as roupas usadas no momento do crime para coleta de provas. O DNA do autor pode ser coletado destas peças de roupa, por exemplo.
  • Nos casos em que houve o uso de drogas como o “Boa Noite Cinderela” é importante que a vítima faça o Exame Toxicológico (através de exame de sangue e urina) em no máximo 5 dias após a ingestão. O ideal é fazê-lo o quanto antes possível.
  • Nunca se deve culpar a vítima pelo crime cometido contra ela. A culpa jamais será da vítima e pressão de amigos e familiares indagando sobre a roupa, comportamento, postura, circunstâncias corroboram para os altos índices de suicídio entre vítimas de estupro.

Fonte: jornalcorreiodovale

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