Campanha de Prevenção ao Coronavírus Governo de Rondônia
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A médica Dieynne Saugo, que foi picada por uma cobra em Mato Grosso, permanece internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo. Ela está no quarto, em estado estável, na tarde deste sábado (12). Ela passou por uma cirurgia na quarta-feira (9) e aguarda a normalização dos exames e a redução do edema na glote para receber alta, segundo a irmã dela, Sthefani Saugo.

De acordo com a irmã, Dieynne está fazendo fisioterapia e fonoaudiologia, além de fazer o uso de antibióticos e medicações endovenosas. Ela afirma que não há mais risco de a mão da médica ser amputada. Mas ela apresenta dificuldades para se alimentar.

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Nas redes sociais, Dieynne agradeceu o apoio e pediu mais orações: “Continuem orando por mim!!!”, escreveu a médica. Ela também pediu contribuições para a vaquinha virtual organizada pela família para custear os gastos com tratamento. A arrecadação já passou de R$ 212 mil, mas tem como meta R$ 300 mil.

Oliveira Atacarejo

Ainda nas redes, ela mostrou fotos dos ferimentos e as consequências das picadas da jaracaca no pescoço e no braço.

Veja abaixo publicação de Dieynne, e no final do texto veja todas as fotos das picadas da cobra:

O caso

Dieynne foi picada duas vezes por uma jararaca de cerca de dois metros de comprimento. O animal caiu na água enquanto a vítima se banhava na queda d’água em Nobres, no Mato Grosso. Amigos filmaram o momento do ataque. Nas imagens, é possível ver quando a médica começa a gritar.

De acordo com Sthefani Saugo, a família não imaginava que a picada geraria tantos problemas à saúde da irmã: “Num primeiro momento a gente pensou que uma picada de cobra não fosse nada demais porque a gente não sabia que tinha todo esse agravamento. Ela teve um inchaço grande no pescoço e no braço e os médicos falaram em necrose, amputação. Foi um milagre”.

Logo após ter sido picada, no dia 30 de agosto, Dieynne foi encaminhada para um hospital em Cuiabá, onde passou por cirurgia e foi internada em estado grave na UTI. A pousada em que a médica estava hospedada não tinha soro antiofídico. Na quinta-feira (3), ela foi transferida de táxi aéreo do Complexo Hospitalar de Cuiabá para São Paulo, onde passou por uma cirurgia no braço na sexta-feira (4).

Ela precisou passar por uma traqueostomia e por isso ainda não consegue falar, mas gravou um vídeo, que está legendado, em que é possível compreender o que diz: “Eu sou a prova viva de que os milagres existem!!! E que o bem sempre vence”.

Fonte: R7

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