Governo de Rondônia
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O pai de uma adolescente de 13 anos que morreu após contrair a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica pós-Covid-19 em Campinas (SP),  faz um alerta para que as pessoas levem mais a sério o coronavírus.

“Era uma criança saudável, uma criança espontânea. Se ela não tivesse contraído o coronavírus, ela não teria morrido. […] Se importem. Porque infelizmente está aumentando os casos sobre crianças”, disse Paulo César dos Santos, 50, pai da menina.

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica pós-Covid-19 é uma condição rara que pode atingir crianças e jovens até 19 anos. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou, de 1º de abril do ano passado até 13 de fevereiro, 736 casos e 46 mortes de crianças e adolescentes pela SIM-P associada à Covid-19.

Oliveira Atacarejo

Paulo trabalha como motorista, é casado e tem três filhos. Todos na família pegaram coronavírus entre dezembro e janeiro. Eles fizeram exames, com exceção da caçula, Ana Clara Macedo Santos, que não apresentou sintomas. A família adotou os protocolos e se recuperou, sem gravidade.

Em fevereiro, após cólicas que não cessavam, Ana foi hospitalizada e descobriu, por exame de sangue, que teve contato com o vírus. Ela morreu em 24 de fevereiro com falência em múltiplos órgãos.

“Não sabíamos que existia a síndrome, ficamos sabendo pelo hospital”, disse o pai.

De acordo com o Departamento de Vigilância em Saúde (Devisa) de Campinas, a síndrome caracteriza-se por inflamação da parede dos vasos sanguíneos de órgãos como rins, articulações, sistema nervoso central e vias respiratórias.

Fonte: reconcavonews

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