Governo de Rondônia
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Uma professora e tatuadora de Piracaia, interior de São Paulo, acusou na quarta-feira, um médico psiquiatra de ter lhe agredido após ela pedir que ele colocasse a máscara.

Segundo Lia Costa, disse que foi até o Centro de Saúde II José F. Rosas, para acompanhar uma amiga que precisava de ajuda no atendimento psiquiátrico dos seus filhos.

Lia e a família da sua amiga presenciou o momento em que o médico Eduardo Portieri, estava no local sem a mascará para precaução do covid-19.

Oliveira Atacarejo

Ela conta que ficaram na área de espera, e um homem passou varias vezes por eles, sem a máscara. No momento em que a psiquiatra apresentou a criança, ele se virou e disse que não atendia crianças.

Lia então falou que ele poderia atender a mãe, mas ele se recusou, foi quando a professora alertou a falta do uso da mascara dentro da unidade de saúde.

A professora então começou a gravar, e disse durante o vídeo que o rapaz não queria atender e nem utilizava a máscara. Logo em seguida o Eduardo se aproxima e diz que iria processar a professor se caso publicasse a sua imagem nas redes sociais.

Em entrevista à Ponte, a professora Lia Costa, diz que o médico lhe agrediu e tomou o seu celular com muita violência. Ela continuou e disse que ninguém no posto de saúde lhe ajudou que pelo contrário, os outros funcionários defenderam o médico.

Lia continuou e disse que o profissional machucou o seu ombro só porque tinha começado gravar toda a situação.

Por fim, a professora conta que chamou uma viatura, mas que o seu pedido não foi atendido e que está correndo perigo de vida por morar em uma cidade pequena.

Fonte: Isto É

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