Governo de Rondônia
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O exame de necropsia no corpo do publicitário José Roberto Figueiredo, de 47 anos, considerou como ‘indeterminada’ a causa da morte dele. Robertão, como era conhecido, morreu na madrugada desta quinta-feira (8) depois de comer comida japonesa e passar mal, em Cuiabá.

A família suspeitou que ele teria sofrido reação alérgica ao comer camarão, no entanto, também cogita a possibilidade de que Robertão sofreu um infarto.

Contudo, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) divulgou, nesta sexta-feira (9), que ainda não sabe a causa da morte do publicitário.

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A instituição aguarda resultado de exames complementares para saber o que aconteceu com ele.

O recipiente onde estava a comida e resíduos do alimento serão analisados em um exame toxicológico. Segundo a Politec, o exame pode apontar se o alimento estava envenenado.

“Ainda não temos o resultado [da causa da morte], mas provavelmente seja infarto. Não tínhamos conhecimento se ele tinha problemas cardíacos e ele também não tinha reclamado de nada”, comentou ao G1 o irmão de Robertão, Neto Costa.

O publicitário morava sozinho, não era casado e deixa uma filha de 27 anos.

O caso

José Roberto também era lutador de taekwondo e muay thai. Segundo a família, ele sabia que era alérgico, mas não sabia que havia camarão no prato.

A morte ocorreu em um condomínio no bairro Florais, em Cuiabá.

De acordo com a família, ele começou a passar mal logo que comeu. Em seguida, José Roberto foi até o banheiro do quarto dele. Os familiares ouviram um barulho de queda e tentaram abrir a porta do banheiro, mas ela estava trancada.

O segurança do condomínio foi chamado e arrombou a porta. José Roberto estava caído inconsciente.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e os socorristas tentaram reanimar o publicitário. Ele tinha um ferimento na cabeça, possivelmente causado pela queda enquanto ele passava mal no banheiro.

José Roberto trabalhava na Secretaria de Educação de Mato Grosso (Seduc).

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga a morte e, inicialmente, não encontrou indícios de crime.

FONTE: G1 MT

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