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segunda-feira, julho 22, 2024
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Rota de Fuga: o que são as placas ‘misteriosas’ instaladas nas ruas de Porto Velho

Quem anda pelas ruas de Porto Velho deve ter percebido novas placas com símbolos de “Rota de Fuga” e “Ponto de Encontro”. Mas o que elas são? Segundo apurado pelo g1, a sinalização faz parte do Plano de Ação de Emergência (PAE) da Santo Antônio Energia.

O PAE atende à Lei Federal que estabelece a Política Nacional de Segurança de Barragens. A sinalização deve ser usada em casos de possíveis incidentes com a barragem da hidrelétrica de Santo Antônio.

Além das placas de sinalização de rota de fuga e pontos de encontro, também foram instaladas torres de alarme sonoros em 12 bairros de Porto Velho que integram a Zona de Autossalvamento (ZAS), áreas de risco em caso de urgência envolvendo a barragem. São 273 placas e 19 sirenes, no total.

A Santo Antônio Energia informou que fez um um estudo acústico e um plano técnico para determinar onde colocar as torres e desenhar as rotas. A instalação é realizada em parceria com a Prefeitura de Porto Velho e a Defesa Civil Municipal.

São mais de 3,5 mil imóveis na Zona de Autossalvamento (ZAS), entre residências, comércios, prédios públicos, escolas e patrimônios históricos, que estão localizados próximos ao rio Madeira, a uma distância de 10 quilômetros abaixo da barragem da hidrelétrica de Santo Antônio.

Como funciona a sinalização?

Em casos de possíveis incidentes, a sirene toca e as placas indicam rotas de fuga e pontos de encontro seguros. Cada uma terá um QR Code com informações e orientações de como proceder em caso de uma eventual emergência.

Segundo a Santo Antônio, um treinamento deve ser feito ainda este ano para preparar a população.

Há risco de incidente?

A Santo Antônio esclarece que a instalação desses equipamentos não está ligada a riscos na barragem da hidrelétrica, é apenas o cumprimento da Lei Federal que estabelece medidas a serem adotadas em relação à população que vive próxima ao empreendimento.

Ainda conforme informações da Santo Antônio, mais de 600 instrumentos monitoram o empreendimento em tempo integral e a barragem é considerada de baixo risco, construída em sua maioria com concreto e aço.

Por Jaíne Quele Cruz, g1 RO

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