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sexta-feira, março 1, 2024
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Família faz campanha para custear traslado do corpo de ex-morador de Porto Velho morto em Portugal

“Ele estava tão felizes lá. Era a realização do sonho do meu pai e da minha mãe”

Essa é fala de Crislene Medeiros, ao lembrar do pai Cristóvão Medeiros, de 54 anos, que morreu após uma colisão entre carros em uma rodovia na cidade de Gondoma, em Portugal. O traslado para trazer o corpo do brasileiro ao seu país de origem custa em torno de R$ 68 mil.

A família, que mora em Porto Velho , iniciou uma campanha online para arrecadar o valor necessário para o traslado e sepultamento do homem.

Vivendo há sete meses no continente europeu com sua esposa, Cristóvão trabalhava em uma empresa de construção civil na cidade próxima a Porto, onde morava. Todos os dias, o homem tinha que viajar cerca de uma hora para chegar ao trabalho.

Cristóvão morava com a esposa há 8 meses no continente europeu — Foto: Janaira Priscila/Arquivo pessoal

Cristóvão morava com a esposa há 8 meses no continente europeu — Foto: Janaira Priscila/Arquivo pessoal

De acordo com a filha da vítima, o acidente aconteceu na manhã da última quinta-feira (11), quando o carro em que Cristóvão estava colidiu com um caminhão de mercadorias. O motorista, que também era brasileiro e colega de trabalho do homem, foi outra vítima que morreu no local.

Em uma corrida contra o tempo, a família de Cristóvão agora está tentando arrecadar recursos para trazer o corpo do trabalhador para a capital rondoniense e realizar o enterro.

Janaira Priscila, nora da vítima, conta que o processo de traslado envolve remoção do corpo, declaração para repatriação, alvará de translado, caixão, frete, e outros requisitos estabelecidos pelo serviço funerário.

“Tentamos de todas as formas realizar o translado de forma gratuita, mas não conseguimos de imediato. O mais barato que achamos foi de R$ 68 mil, porque tudo tem que ser pago em dólar. Estamos correndo contra o tempo, não podemos deixar ele lá”.

Cristóvão e a esposa deixaram a capital rondoniense no ano passado. O casal decidiu morar em Porto, cidade de Portugal, na Europa, em busca de uma vida melhor. Em Porto Velho, o homem trabalhava como vendedor em feiras livres.

O g1 entrou em contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve resposta sobre o caso do brasileiro.

Fonte: g1-RO

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