Continua internada no Hospital Regional de Vilhena, para onde foi levada após ser alvejada com vários tiros na porta de sua casa no bairro Jardim das Oliveiras, em Vilhena, na noite desta quinta-feira, 20, a comerciante conhecida na cidade como “Loira”, de idade não divulgada.
De acordo com vizinhos, a vítima estava chegando em casa com sua picape Toyota Hilux, quando homens que a esperavam no local, abriram fogo. Um vídeo gravado logo após o ataque, cedido ao Folha do Sul On Line pelo site “Rota Policial News”, mostra os vidros do veículo estilhaçados pelas balas e o sangue nos bancos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e resgatou a sobrevivente, que chegou com vida, mas em estado grave ao hospital. Aparentemente temendo o ataque que acabou por vitimá-la, a comerciante, que formalmente atuava na compra e venda de veículos, instalou várias câmeras de monitoramento em sua casa. Uma delas provavelmente filmou os autores do crime.
Apesar do intenso sangramento sofrido pela vítima, baleada na região da boca, os disparos aparentemente não atingiram órgãos vitais. As balas teriam quebrado os dentes e acertado a língua da mulher, que também sofreu fratura exposta num dos braços e na mão.
Aparentemente, ela precisará passar por cirurgia plástica, pois os projetis causaram ferimentos graves em seus lábios, que ficaram lacerados, e nos seios. No momento, intubada e em estado ainda grave, ela supostamente continua correndo riscos, apesar de seus órgãos internos terem sido preservados.
Loira chegou a ser alvo de uma operação contra o tráfico de drogas deflagrada pela Polícia Federal no ano passado, em Vilhena. Alguns dos veículos confiscados dela desfilaram pela cidade, a caminho da Delegacia da corporação.
A comerciante foi investigada como suspeita de envolvimento com um carregamento de mais de 600 kg de drogas, apreendidos no ano passado em Olímpia, cidade localizada no interior do Estado de São Paulo. Um filho dela suspeito de participar do mesmo tipo de crime, chegou a ficar refugiado na Bolívia.
Fonte: Folha do Sul On Line




